No Brasil, a IA cita sua marca em até 94% das respostas e nomeia em até 22%. O estudo que separou as duas coisas
Um levantamento de Kevin Indig com dados da Semrush, publicado em 9 de junho de 2026, separou pela primeira vez em escala duas coisas que o mercado de GEO costuma vender juntas: ser citado como link-fonte por uma IA e ter o nome da marca de fato escrito na resposta. A diferença entre as duas, batizada de 'citação fantasma', chega a 61,7% das aparições no agregado global — e no Brasil a distância é a maior entre os 14 países medidos: até 94% de citação contra não mais que 22% de menção do nome.